Desde o surgimento dos suportes e estruturas para o texto escrito, notadamente o CD-Rom e a estrutura hipermídia, a história do livro e da leitura tem despertado grande interesse em pesquisadores de áreas diversas do conhecimento. Esse interesse intensificou-se com a proliferação crescente das redes de telecomunicação, especialmente a internet, ligando rizomaticamente todos os pontos do globo. Nesse contexto, junto com as promessas de universalidade e intercâmbio internacional de ideias pregadas pelos utopistas, tem surgido também muita angústia diante das incertezas quanto ao desaparecimento da CULTURA DO LIVRO (ver Beiguelman, 2003; Chartier, 2002: 101-124). Será que o livro no seu formato atual, feito de papel, está fadado a desaparecer como desapareceu os rolos de papiro?
Afinal, o livro, como o conhecemos hoje, está longe de ser um mero objeto. Ele foi instaurador de formas de cultura que lhe são próprias, que incluíram, desde o Renascimento, nada menos do que o desenvolvimento da ciência moderna e a constituição do saber universitário. Além disso, desde a revolução industrial, o incremento das técnicas de impressão e suafusão com as imagens fotográficas levaram ao aparecimento e multiplicação dos meiso impressos de massa: os jornais e as revistas. QUE FUTURO ESTÁ RESERVADO TAMBÉM A ESSES MEIOS? (SANTALLA.Navegar no ciberspaço; PG 15).
SERÁ QUE O PAPEL, O LIVRO, JORNAL, REVISTAS, VÃO SER DOMINADOS PELA ERA DE INFORMÁTICA, CHEGANDO AO FIM?
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Telma
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