19 setembro 2010



Este vídeo mostra o avanço e as mudanças na aprendizagem devido à tenologia.

Tempos modernos exigem comportamento moderno e até mesmo o aprendizado de novas teorias e tecnologias.

Telma

Vânia Mara

17 setembro 2010


Este vídeo aborda a interação e a importância da criança com o meio ambiente.
Devemos propor para as crianças experiências reais, dando a oportunidade de maior interação nas aulas, sensibilizando os alunos a perceberem o encanto que a natureza pode nos proporcionar; sendo assim, vetores para uma sociedade ecologicamente correta.

Telma

16 setembro 2010

A construção do saber.

É interessante como o pensamento caminha ao pronunciamento, através da linguagem e consegue tornar-se mensurável, e constituir-se em objeto de troca, debates e cooperação, pois representa o resultado de uma formulação mental, que vem a tona sem que necessariamente esteja concluída. Chegamos àquilo que podemos chamar de construção do saber, que é na verdade uma construção do sentido para o conteúdo adquirido.
Não se trata apenas de um processo de sentido único, que vai do pensamento à linguagem como uma simples tradução, pelo contrário, em geral, constatam-se defasagens entre o pensamento e suas formulações: ou a atividade da criança manifesta um estado de saber que ela ainda não consegue formular de forma adequada, embora a faça funcionar de forma operatória.
Não podemos pensar que exista uma significação exclusiva e primária para cada formulação enunciada, pois há uma dependência das condições intelectuais, sócio-culturais, e situacionais de quem participa de um processo de construção do saber, caracterizado como sentido,
Colocar a linguagem como ferramenta para construir o saber, posiciona a ação da escola e do professor como fundamentais para proporcionar a negociação de sentido, não só das palavras, mas também das ações educacionais e sociais consubstanciadas na prática. Para que o saber seja a desconstrução e reconstrução dos saberes existentes, para podermos adotar o saber convencionado como dinâmico e coletivo, “a convenção é um consenso em construção, provisório na maioria das vezes, nunca terminado.” (PASTOR,2002). Essa palavra, construída conjuntamente, e este saber centrado na participação ativa, dá as pistas de como favorecer a criança para ser um cidadão, não somente no futuro, mas a partir do hoje.

José

15 setembro 2010

Acredito como cita Gadotti, que a educação se põe como práxis para um futo com menos contradições.
Qual a opinião de vocês sobre esta citação de Gadotti.

"Nesse contexto, nessa travessia de milênio, que devemos pensar a educação do futuro e podemos começar por nos interrogar sobre as categorias que podem explicá-la. As categorias “contradição”, “determinação”, “reprodução”, “mudança”, “trabalho” e “práxis”, aparecem freqüentemente na literatura pedagógica contemporânea, sinalizando já uma perspectiva da educação, a perspectiva da pedagogia da práxis . Essas são categorias consideradas clássicas na explicação do fenômeno da educação. Elas se constituem um importante referencial para a nossa prática. Não podem ser negadas pois ainda nos ajudarão, de um lado, para a leitura do mundo da educação atual e, de outro, para a compreensão dos caminhos da educação do futuro. (Gadotti, Pedagogia da Terra: Ecopedagogia e Educação Sustentável).

Telma
Como podemos avaliar a aprendizagem dos alunos inclusos na rede regular de ensino?
A inclusão dos alunos com necessidades educ especiais na rede regular de ensino é garantida por lei. Porém a efetivação das práticas que contemplam esses alunos  nas suas peculiaridades não se concretizam no cotidiano escolar. Por parte dos professores, podemos identificar algumas justificativas tais como: nº excessivo de alunos, falta de formação especializada para atender esta clientela, preconceito. Em relação a avaliação da aprendizagem o professor deve obedecer o ritmo próprio do aluno, utilizar a avaliação diagnóstica ( Luckesi), a avaliação mediadora (Hoffmann). Enfim, ter uma base teórica que norteie suas práticas.

Vânia Mara
Professorando da Escola Normal

Desde a sua fundação, no início do século XIX, a Escola Normal, tem sido a principal formadora (no aspecto quantitativo) de professores no Brasil. Sendo ferramenta de perpetuação da ideologia dominante, onde quase não dedica-se tempo a pensar e a refletir, mas sim a fazer. Os professores, de maneira generalizada, saem prontos para reproduzir.
Meu trabalho de conclusão de curso, motivado por minha passagem pela Escola Normal, faz uma refexão histórica sobre a Escola Normal no Brasil, principalmente na cidade do Rio de Janeiro, e, paralelamente, conta com a participação de professorandos, professores e gestores que estão hoje dentro desta Instituição de Ensino. A contribuição destes se dá através de entrevistas feitas por mim, onde eles apontam suas opiniões sobre o que esperam da Escola Normal e de seus formandos, hoje.
O que vocês acham? É um trabalho interessante? Alguma sugestão de leitura? Sou todo ouvidos.
Grande abraço a todos e a todas,
Caio Cesar.

03 setembro 2010

Todos sabemos da importância que a escola exerce na sociedade. E todos nós queremos uma escola baseada na troca construtiva de ideias, onde o aprendizado aconteça de forma lúdica e que o conhecimento seja desejado pelo aluno. A criança é um ser curioso por natureza, tem questionamentos, perguntam, respondem, ouvem... E qual é a dificuldade em educar esses pequenos baseados numa metodologia de investigação? Amanhã, quando estivermos com nossos diplomas embaixo do braço, vamos nos deparar com a realidade que muitos professores enfrentam hoje: como cumprir o conteúdo, terminar o livro didático e ainda levar meus alunos a aprender fazendo? Como vou levar 35, 40 alunos ao laboratório de ciências da escola para realizar experiências? Precisamos ensinar ciências... Fazendo ciências! A aprendizagem ocorre através da experiência, da curiosidade, da criação. Portanto, nós que estamos iniciando nessa caminhada, devemos ter coragem para mudar. A educação precisa de professores criadores de ambientes de aprendizagem, parceiros e colaboradores no processo de construção do conhecimento, que estejam em constante atualização. E nós precisamos fazer a diferença! Que tal experimentar?

Renata Oliveira